Campus architecture

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Campus architecture
Consegue inserir-se quase perfeitamente a FCUL naqueles estilos: o núcleo inicial (C1–C5) no Neo-Penal (embora fora das décadas indicadas), e o C6 no Modernist (com leaks e tudo :D).

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Série “MEI”, 3/5: Tolerância a Faltas Distribuída

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Embora com atraso, cá estou eu a cumprir o prometido: dar a conhecer o que se estuda nas faculdades, através do relato das cadeiras que fiz no semestre de Outono deste ano académico. Entretanto já iniciei o semestre da Primavera, estando inscrito a:

  • Configuração e Gestão de Sistemas;
  • Estrutura e Gestão das Organizações;
  • Tecnologias para Ambientes Industriais;
  • Desenho e Análise de Algoritmos, e;
  • Tecnologias de Segurança.

Mas voltando ao semestre que passou, é agora a vez de falar da cadeira de Tolerância a Faltas Distribuída — na qual foram estudados conceitos, metodologias e mecanismos (técnicas de programação, protocolos) para a construção de sistemas confiáveis em rede. A cadeira seguiu, principalmente, o livro Introduction to Reliable Distributed Programming, tendo sido abordados, na componente teórica, os seguintes tópicos:

  • detecção de faltas;
  • difusão fiável;
  • ordenação de mensagens;
  • memória partilhada (registos regulares e atómicos);
  • acordo distribuído (consensus) e variantes (e, claro, o incontornável resultado FLP)

Na componente teórico-prática, foram feitos exercícios sobre estes tópicos — concepção/melhoramento de algoritmos, verificação de propriedades de liveness/safety — e foi colocado o projecto de conceber, e posteriormente, concretizar, uma máquina de estados distribuída. No âmbito deste projecto, de realçar:

  1. na fase de concepção, o contacto proporcionado com a realidade da elaboração e revisão de artigos científicos, com incentivo para a utilização de LaTeX — tudo novidades para a esmagadora maioria de quem tenha concluída a licenciatura que este mestrado segue naturalmente (ou outra semelhante);
  2. na fase de concretização, foi utilizada a plataforma de composição de protocolos Appia, que conta mais recentemente com a preciosa ajuda da interface jGCS.

No contexto desta cadeira, tivémos ainda oportunidade de assistir a uma palestra pelo sr. Maarten van Steen com o título “Gossip-based Peer Sampling” — selecção de nós, para troca de informação, em sistemas baseados em protocolos de disseminação epidémica.

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José Sócrates twitter

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Is this for real? o_O Já tou por tudo…

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Delicious Cached++: nova versão e nova localização

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O plugin del.icio.us cached++, de minha autoria, está agora alojado na directoria oficial, em http://wordpress.org/extend/plugins/delicious-cached/.

Com esta mudança, veio também a nova versão (1.3alpha), com suporte para widgets — por enquanto, as opções de configuração são algo limitadas, daí o “alpha”.

Casamento perfeito

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Estava há bocado a ler numa esplanada junto ao Jardim do Campo Grande, e eis que passa um cortejo de casamento (fitinha na antena, e what not), liderado por um carro vistoso, clássico, vermelho, e composto de resto por o que me pareceu ser 6 Toyota Yaris cinzentos. Comum a todos eles: autocolantes de publicidade ao Santander Totta. Some stunt, eh?

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Asus Eee PC 4G-X

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Asus rolls out Eee PC in Japan, Windows XP standard
Pronto. Foderam-no.

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Série “MEI”, 2/5: Sistemas Informáticos Industriais (tempo-real)

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Conforme prometido, depois de ter falado de Computação Móvel, falo agora da cadeira de Sistemas Informáticos Industriais. O nome não faz 100% de justiça à matéria dada, e fala-se mesmo em mudá-lo para algo do estilo “Sistemas Embebidos e de Tempo-Real”. Era uma cadeira para a qual estava motivado desde o início, já que está relacionada nem mais nem menos com o âmbito do trabalho de investigação que tenho andado a fazer.

A matéria dada começa por redundar um pouco conceitos de outras cadeiras (Programação em Sistemas Distribuídos e Tolerância a Faltas Distribuída, falarei de ambas mais tarde), nomeadamente no que toca a noções de tempo, ordenação de eventos, sincronização de relógios, e o inevitável slide sobre “Falta → Erro → Falha” (já ando a ver o boneco desde a licenciatura ;) ) — o que não é necessariamente mau, pois nem toda a gente que a frequentava tinha background de formação em Sistemas Distribuídos. Já em terreno próprio, a cadeira fala de:

  • tempo-real: fundamentos, paradigmas e modelos de computações distribuída;
  • escalonamento (algoritmos Rate Monotonic, Earliest Deadline First e Least-Laxity First, e protocolos de herança de prioridades / tecto de prioridades);
  • redes de instrumentação — Profibus, CAN, FIP e FlexRay;
  • sistemas SCADA e modelos CIM.

Na parte prática, lidámos com a ferramenta de análise de escalonamento Cheddar e com o executivo de tempo-real RTAI (felizmente eu e este já tínhamos sido apresentados ;) ). Foi-nos dada, também, uma panorâmica geral sobre sistemas operativos com capacidades de tempo-real, sendo que a exploração desta matéria foi estimulada duma forma muito benéfica: cada aluno (éramos 8, pelo que não gerava muita entropia) fez uma pequena apresentação sobre um de vários temas (houve quem fizesse sobre o problema de inversão de prioridades ocorrido com o Mars Pathfinder, ou sobre o acidente de Three Mile Island; a mim calhou-me “vender” o VxWorks — podem ver os slides da minha apresentação).

E pronto (porque será que já no outro fiquei sem saber bem como terminar o post?).

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Macdotted

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O meu comportamento para com a pasta “Tecnologia” do Liferea (leitor de feeds RSS) de há uns meses para cá:

  • seleccionar pasta (para mostrar as notícias de todas as feeds);
  • scroll rápido para ver se há alguma coisa que me puxe o interesse para ler;
  • clique com o botão do meio na pasta (marcar tudo como lido);

Desde ontem, e até talvez ao fim da semana:

  • clique com o botão do meio na pasta (marcar tudo como lido);

A web inteira foi “Macdotted”…

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Série “MEI”, 1/5: Computação Móvel

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Como poderão ter deduzido pela mudança de aspecto e pelo aumento na frequência de posts, vou voltar a pegar com um bocado mais de regularidade no blogue. Nos entretantos tomei contacto com o conceito do tumblelogging (tumblelog esse que ainda mantenho com propósitos obviamente diferentes deste blogue, e pseudonimamente), algo que afectou o ligeiro alterar de rumo do Lâmpada Azul. Mudei de template para algo já feito e direccionado ao conceito de tumblelogging — o T1 — sendo porém que os microposts deverão ser uma porção menor face aos posts de texto corrido (como este).

Reparei também que falava muito aqui das coisas que uso no meu dia-a-dia (por exemplo, GNU/Linux) e que fazia de forma menos permanente (como webdesign, acessibilidade) e pouco do meu curso (esse sim, algo que me ocupa bastante tempo) ou da investigação (que será o que estarei a fazer nos próximos anos).

Da investigação falarei mais tarde; por agora, curso. A licenciatura já lá vai, por isso resta falar do mestrado. Estou no ano curricular, pelo que é saudável falar das cadeiras que estou a fazer, para terem uma ideia do que se estuda nas faculdades. A ideia inicial era falar de uma cadeira por post à medida que estudava para os respectivos exames (que estão a ser agora), e vou mantê-la (embora já tenha feito 3 exames e esteja a estudar para o 4.º, e pudesse condensar tudo no mesmo post). Falarei hoje, então, apenas da cadeira do primeiro exame (Computação Móvel), e falarei nos próximos dias das restantes (fica já o cheirinho de quais são: Sistemas Informáticos Industriais, Tolerância a Faltas Distribuída, Programação em Sistemas Distribuídos e Sociologia das Organizações). Read More »

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Best of Bootie

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Graças ao post do Tiago Farrajota, ontem estive a sacar (legalmente, entenda-se) e ouvir as colectâneas Best of Bootie (the biggest bootleg mashup party in the world) de 2005, 2006 e 2007. Deixo-vos com a minha selecção de favoritos de cada uma delas:

  • 2007:
    • Party Ben “Galvanize The Empire” (Chemical Brothers “Galvanize” vs. John Williams “Imperial March”) — já conhecia há algum tempo, como aliás várias do Party Ben que lá andam
    • King Of Pants “Detox” (Amy Winehouse “Rehab” vs. Britney Spears “Toxic”)
    • Loo & Placido “Timba Funk Land” (Timbaland “The Way I Are” vs. Daft Punk “Da Funk”)
    • DJ Poly “Sweet Dreams Are Made of Seven Nation Army” (Eurythmics vs. White Stripes) — não é preciso estar a indicar o nome das músicas individualmente, pois não? ;)
  • 2006:
    • Arty Fufkin “Crazy Logic” (Gnarls Barkley “Crazy” vs. Supertramp “Logical Song” vs. Rockwell “Somebody's Watching Me")
    • The Kleptones “Careless Or Dead” (Bon Jovi “Wanted Dead or Alive” vs. George Michael “Careless Whisper”)
    • Aber N. Stein “Gimme Some Supermassive Green Onions” (Muse “Supermassive Black Hole” vs. Booker T & the MGs “Green Onions” vs. Spinal Tap “Gimme Some Money”)
    • Oli Clifford “Bum Breath” (Destiny's Child “Lose My Breath” vs. Arctic Monkeys “Mardy Bum”) -
    • Disfunctional DJ “You're The One That I Want In The Next Episode” (Olivia Newton-John & John Travolta “You're The One That I Want” vs. Dr. Dre ft. Snoop Dogg & Nate Dogg “The Next Episode”)
  • 2005:
    • Loo & Placido “Black Beatles” (Beatles “Girl”/“Run for Your Life” vs. Black-Eyed Peas “Let's Get It Started” vs. Ludacris “Fatty Girl” vs. Kelis “Caught Out There”)
    • Party Ben “Somebody Rock Me” (The Killers “Somebody Told Me” vs. The Clash “Rock the Casbah”)
    • Jimmi Jammes “Sgt. Pepper's Paradise” (Beatles “Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band” vs. Guns N' Roses “Paradise City”)

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